Printer moderniza produção

Por a 5 de Novembro de 1999

Instalada de novo, a Printer prepara o futuro. Para já, adquiriu máquinas e equipamentos no valor de meio milhão de contos

A Printer Portuguesa inaugurou na passada semana as novas instalações, um investimento que rondou 1,5 milhões de contos, sendo que meio milhão foi destinado á aquisição de novas máquinas e equipamentos. Com 14 mil metros quadrados de área coberta, a nova fábrica é «decisiva para a estratégia futura da Printer, que estará assim em condições de se afirmar dentro de um mercado cada vez mais competitivo», afirmou Humberto Dores, director-geral da indústria gráfica do grupo alemão Bertelsmann. Actualmente com cerca de 220 colaboradores, a empresa produz anualmente cerca de 8 milhões de livros de capa dura, bem como milhões de prospectos, brochuras e outros artigos gráficos. Círculo de Leitores, jornal “Público” e grupo Abril/Controljornal são apenas alguns dos clientes que contribuem para que a gráfica registe, no corrente ano, um volume de vendas de 3,5 milhões de contos. Já para o biénio 2004/2005, Humberto Dores prevê que «se atinja um volume de vendas de seis milhões de contos». Klaus Göllner, na administração da empresa desde 1989, passa, em Janeiro, o testemunho a Humberto Dores, retirando-se ao fim de mais de 30 anos ao serviço do grupo Bertelsmann. Atento a todos os mercados, Humberto Dores salienta que nos próximos anos a Printer terá como prioridade «a aquisição de máquinas de impressão e acabamento tecnologicamente modernas», de modo a proporcionar aos actuais e potenciais clientes uma oferta mais abrangente. A gráfica conta já com uma nova rotativa de 16 páginas, um investimento que permitiu a entrada no segmento de mercado dos pequenos prospectos, catálogos e suplementos de jornais.

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